XX Aniversário do Albatroz - maio/2010

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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Uma vez e sempre

Quem leu o caderno Indústria do jornal A Tribuna na última sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011, deparou-se com uma ótima surpresa: a seção "Nossa Gente" trouxe a entrevista do chefe do Albatroz Haroldo Martins Junior.

O mais bacana foi perceber que o escotismo esteve presente em todas as etapas de sua vida, desde seu ingresso no movimento, no 13º GEMar Almirante Barroso, quando tinha onze anos, e mesmo em sua vida adulta. Haroldo fez questão de demonstrar isto, e o resultado foi que a entrevista, que pretendeu-se biográfica, transformou-se na melhor divulgação que o escotismo pode ter: o depoimento de alguém que teve sua vida transformada por ele.

Haroldo não deixou passar nada: desde a vida mateira até os Jamborees, falou do idealizador Baden-Powell, da filosofia do movimento, da educação das crianças, do escotismo no mundo de hoje, enfim, nos encheu de orgulho! Certamente, muitos BRAVOS! ecoaram de todos os que viram esta matéria. E muitos Gratos! continuarão a ressoar.



Aqueles que quiserem uma cópia da reportagem podem consegui-la entrando em contato com a moderação do blogue.

Sempre Alerta!

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Escoteiros na presença de Shakespeare


A caravana reunida

“Eu vim depressa, eu não vim de caminhão,
Eu vim a jato neste asfalto e neste chão,
Achei difícil a viagem até aqui,
Mas eu cheguei, mas eu cheguei!”



Foi nesse entusiasmo e atrasados que no dia 08 de dezembro que chagamos ao teatro Ruth Escobar para assistir à peça “Na presença de Shakespeare”, na qual o nosso amigo Nemuel atuou, pois os atores da peça são alunos da Faculdade de Artes de São Paulo Na apresentação foram mostradas cenas de quatro obras de William Shakespeare: a comédia A Megera Domada e as tragédias Otelo, o Mouro de Venez, Romeu e Julieta e Hamelt.
Que emoção: o Nemu com a bota da sênior e a rainha da Dinamarca.
Como chegamos atrasados, não assistimos a cena da A Megera Domada, mas sabemos que para compor seu figurino nessa cena, o Nemuel usou a bota que pegou emprestado do sênior Messala.
Começamos a acompanhar a peça a partir da segunda apresentação, que foi Otelo, o Mouro de Veneza. Ao som de Ne Me Quitte Pas, Nemuel interpretou Otelo, que viveu a raiva e a angústia da traição de sua amada, traição essa que foi forjada, que culminou no assassinato da moça por parte de Otelo. Essa cena foi uma das melhores!
A seguir, para a nossa surpresa, aconteceu uma coisa inusitada. O espetáculo deu uma parada e o diretor mandou uma cesta com papéis que continham frases escolhidas pelos alunos que estavam participando da peça teatral, frases estas que foram retiradas das obras de Shakespeare. O diretor explicou que se tratava de um exercício de improvisação, que consistia na leitura de uma frase sorteada por um ator escolhido pelo diretor e na interpretação dessa frase ou dizer a qual obra essa frase pertencia por outro ator também escolhido pelo diretor. Foi um exercício importante para os alunos e divertido para os espectadores. Nem vou comentar que o Nemuel não sabia de qual obra foi retirada uma frase lida por outro ator...
Depois, continuando o espetáculo, foi encenada uma parte de Romeu e Julieta. Foi representada a cena de quando Julieta e romeu se encontram pela primeira vez, terminando a cena com a frase de Romeu: "Só ri de uma cicatriz quem nunca foi ferido".
Finalizando a peça, uma cena de Hamlet foi apresentada. A cena era do funerário do rei da Dinamarca, mostrando os coveiros e, principalmente, a viúva rainha da Dinamarca, em que a frase “ser ou não ser” é apresentada.

Há algo de podre no reino da Dinamarca!
Depois desse grande espetáculo, tínhamos que comemorar o sucesso da encenação. Por isso, depois da peça, fomos até o Habibs com o Nemuel, que nos contou o que perdemos no começo da peça e outros segredos de bastidores.
Ser ou não ser? Ser, sempre!


Enviado (há muito tempo) por Yuri

Y

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Chefe Roberta do Grupo 1 de Gilwell

O dia 30 de outubro foi um dia especial para o Ramo Sênior. Nossa coordenadora de ramo, a chefe Roberta do 55º Morvan Dias Figueiredo recebeu sua Insígnia da Madeira. Para quem não está por dentro, a I.M. é o maior estágio de formação de um chefe (sim, os chefes também estudam!), idealizado pelo próprio B-P, fundador do escotismo. Os chefes que portam esta insígnia, passam a pertencer ao Grupo 1 de Gilwell.






E a sênior do Albatroz foi conferir de perto a cerimônia surpresa para esta chefe tão querida. Estavam presentes também o 11º GEMar Carmo, o 169º GEMEF e outros chefes companheiros de curso da chefe Roberta, que pertence ao GE Morvan desde lobinha! É claro que sua I.M. emocionou a todos os presentes.




As atividades seguiram e, onde tem seniores reunidos, já sabem: tem Tapó. Olha o resultado aí.


    Sem dúvida, foi um ótimo sábado para todos. A I.M. foi da Roberta, mas fomos nós que ganhamos com ela.
Por fim, o Albatroz brada um BRAVÍSSIMO para a chefe Roberta, pela I.M. e pela dedicação ao Ramo Sênior. Fica aqui nossa homenagem.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Independência ou Morte!



 Um ítem da nossa promessa escoteira, sabemos bem, é o compromisso com a Pátria. E nós do Albatroz podemos dizer que estamos com nosso dever em dia.

Olha pra foto, pessoal!



 Isso porque nossa sênior Gabrielly Ramos Nogueira, a Gaby e o pio Jacob Matheus estão entre os duzentos atores que compõem o elenco do grandioso espetáculo Caminhos da Independência promovido pelo Teatro do Kaos, com texto de Cícero Gilmar Lopes, produção de Lourimar Vieira e direção de Amauri Alves.
 Caminhos da Independência, em seu nono ano de apresentação, narra a participação do Vilarejo de Cubatão no episódio da Independência do Brasil, no fatídico 7 de setembro de 1822, que nos rendeu este abençoado feriado, além de um novo capítulo na história de nosso país.




No elenco, além da Gaby e Jacob, contamos com a presença de atores convidados:  Julio Rocha, como José Bonifácio, Monique Alfradique como princesa Leopoldina e Carlos Casagrande, representando Dom Pedro I. A energia é contagiante: trilha sonora épica, efeitos visuais, cavalos em cena, uma narração vibrante e a inigualável atuação do elenco que também homenageia os operários da cidade, faz com que todos se sintam parte desta história, antes, apenas páginas de um livro a ser decorado.








 Numa arena para duas mil pessoas, às margens do nosso querido Rio Casqueiro, a população cubatense bradou o "Independência ou Morte", numa  homenagem a si mesma, a este povo que luta para construir sua própria história todos os dias.


 É claro que toda a galera do 175 Albatroz já foi prestigiar, cheia de orgulho. Para quem ainda não conferiu, dá tempo: o espetáculo acontece nos dias 5, 6 e 7 de setembro, às 20h, na arena na Avenida Beira-Mar. O ingresso é 1kg de alimento não perecível. Esta aí uma ótima dica para encerrar o feriado.







Sempre Alerta!